sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O retorno da Fênix!

Atendendo a pedidos, voltei! Gente tem muitas coisas novas para contar desde minha última postagem em maio. Decidi então numerá-las!
 
1. Já vai completar 8 meses que estou morando no RJ. Gente, o tempo passa e passa rápido!
 
2 . Estou no 2º semestre de disciplinas. No primeiro semestre fiz 7 matérias. Neste segundo estou fazendo 5 matérias. É muita coisa gente, mas estou aprendendo muito com cada uma delas e isso me realiza. Enfim, estou gostando muito da experiência de voltar aos estudos. E vamos em frente, mais 1 mês e meio tudo estará finalizado e ficarei por conta da dissertação.
 
3. Casa nova! que já está ficando velha. No final de maio mudei para um conjugado na Tijuca, próximo do Largo da Segunda-feira. Estou gostando muito. Local movimentado, de fácil acesso ao comércio e serviços. Depois vou postar umas fotos do AP para que conheçam.
 
4. Trabalho novo! Aos que ainda não sabem, estou trabalhando no Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estou gostando muito, tanto das atividades, quanto dos colegas e da infra-estrutura do local. É um novo desafio, uma nova oportunidade, uma nova carreira! E que venham os projetos e que possa me dedicar as eles e conduzir de forma tranquila minha dissertação.
 
Fico por aqui com o desejo de continuar compartilhando com vocês minhas novidades. E vou tentar fazer isso com maior frequência, pelo menos 1 vez por mês.
 
Grande abraço, cheio de saudades e grande afeto por todos!
 
Fran.
 
 

O retorno da Fênix!

Atendendo a pedidos, voltei! Gente tem muitas coisas novas para contar desde minha última postagem. Decidi então numerá-las!
1.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Dois meses!

Queridos,
estou sumida do blog, não é mesmo? pois é, muito estudo, muito mesmo. E sem tempo para sair à caça de notícias para alimentar esse bichinho que peguei para criar (o blog, claro). Mas, eu acho, sinto fortemente, novidades em breve, muito breve, então não esqueçam de dar uma passadinha por aqui semana quem vem para ver as novidades.
Por enquanto as únicas novidades são as provas (aaaaiiiiiii, estou tão nervosa e ansiosa com isso).
Bem, não podia deixar de registrar que hoje faz 2 meses que "ganhei o mundo" e estou no RJ.
Registro realizado, muito bem sucedido.
Grande abraço a todos e meus melhores sentimentos.
Fran.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Hoje completa 1 mês!

Queridos,
passei somente para dividir com vocês que hoje completou 1 mês que cheguei ao RJ. Agradeço mais uma vez tanto carinho, tando auxílio e tantas alegrias que essa experiência está me trazendo.
Obrigada a todos pelo apoio, pelo carinho e por todo amor que recebo de vocês todos os dias.
E vamos em frente, por que atrás vem muita matéria para estudar e trabalho para fazer.
Fiquem com Deus. Bj. Fran!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O novo, o belo e o pitoresco!

Eis-me aqui novamente!
Firme em meu propósito de deixá-los informados, mas não sei por quanto tempo.
A semana foi ótima, digamos que tudo melhorou 1256% indo de carro, mesmo nos dias de chuva. Sem falar que estou super orgulhosa por dirigir pelas ruas do Rio. Verdade que às vezes me perco, mas agora tenho um companheiro (Fabinho), que sempre me ajuda na hora do sufoco. Calma gente, não é nenhum pretendente (ainda, rs), é meu GPS. Eu recomendo, é muito bom ter um GPS, principalmente quando estamos numa cidade grande onde nem mesmo quem mora por aqui sabe onde ficam as ruas. O Fabinho é atencioso, fala somente o suficiente (essa parte é ótima) e sempre indica os lugares certos para eu entrar.
O ritmo das aulas e dos estudos continuam intensos, mas, estou aqui para isso mesmo, certo?
Vamos ao assunto do dia. Dividi o tema de hoje em três subtemas, estou descobrindo que eu gosto de dar eles títulos divididos em 3 partes, será que é meu "estilo de escrita"? Gente, vocês me imaginam escritora de qualquer coisa que seja, mesmo de um blog? eu não, mas andam dizendo por aí (não é Vivian) que eu estou me revelando nesse blog, tomara! Dentre tantas habilidades e talentos que já  possuo, estou acumulando mais um, tudo bem, eu aceito, até por que vocês sabem que não nego desafios e que a modéstia não é comigo. Lembrem-se "a modéstia é para os fracos"!!! (risos)
Parte 1 - O novo
Como cheguei a um cidade grande, esse assunto permanecerá na pauta dos assuntos novos por algum tempo ainda. Então gostaria de dividir com vocês mais coisas "novas" sobre o Rio. Já falei sobre o hábito dos cariocas de buzinar até para o vento, agora descobri que eles falam até para o vento. Em qualquer lugar que você esteja, na fila do supermercado, esperando o metrô ou ônibus, ou aguardando o semáforo abrir, tem sempre alguém puxando assunto contigo. Não que eu não goste, mas eu descobri que Brasília é uma cidade silenciosa, em todos os aspectos. As pessoas não têm essa interação umas com as outras. Outro dia eu estava no metrô, pretendia retomar a leitura de um livro que ganhei de uma amiga de Brasília (Marília, já acabei a leitura) que dá dicas de "como deixar de ser uma mulher boazinha". O título do livro ("Por que os homens amam as mulheres poderosas") gerou assunto suficiente para a mulher conversar comigo entre a estação de Botafogo (onde entramos) até DelCastilho (dá umas 20 estações). Ela nunca havia me visto na vida, mas a "intimidade" dela comigo era tanta que, ao final da viagem (a minha, por que ela estava indo para a última estação - Pavuna) ela já tinha contado as histórias de todas as mulheres da família dela, da vizinha, da ex-cunhada, blá blá blá. E eu só conseguia dizer "ahã, sim, é, ahã, sim, é" e balançar a cabeça. Enfim, acho que ela estava precisando desabafar e encontrou no metrô um tema fértil. Enfim, uma coisa nova que aprendi aqui, as pessoas gostam de conversar, independente se te conhecem ou se te encontrarão novamente.
Parte 2 - O belo (gente, não é o pagodeiro, tá)
A beleza das pessoas, das coisas e dos lugares são sempre relativas. Eu sempre achei muito bonito o céu de Brasília e hoje eu senti muita falta dele. Acho que foi uma foto que o Alexsander colocou hoje no Facebook mostrando um engarrafamento. Gente, muito lindo, tudo parado em baixo (no engarrafamento), mas em cima, o céu lindo, a brindar todos com seu azul mais azul, suas nuvens brancas como hachuras suaves na tela celeste, fiquei tão emocionada, me deu uma saudade de lá, de tudo e de todos. Aí respirei fundo e fui tomar uma água, para não começar a chorar (de novo). Aí, passando pela janela me deparei com essa beleza aqui, o Cristo Redentor como a me agraciar e "confortar" (tirei essa foto da minha janela e divido com vocês). Então conversei comigo, vamos lá minha filha, há uma infinidade de "belezas" em todos os lugares, por que Deus é bom e justo. Desliguei o computador, vesti uma roupa adequada e fui passear. Aqui mesmo perto da minha casa tem tantos casarões antigos, lindos. Peguei o metrô e fui até o centro do RJ, vi as lindas construções que não seria possível ver em Brasília, por exemplo, fui ao teatro municipal, alguns outros lugares bonitos e, de repente, me deparei com a confeitaria colombo, um prédio antigo, cheio de significado, com seu cheiro bom de pastel de belém e aí pensei, por que não se entregar às novas belezas, cheiros e sabores? E assim, pedi um café (protesto: lá não há opções para quem não como glutén), uma água e fiquei pensando na vida. Nesse momento agradeci a Deus e a todos que me apoiaram a fazer essa grande mudança, por tanta generosidade e apoio. E vamos em frente, temos um mundo (ou vários) para conhecer!

Vista da janela


Parte 3 - O pitoresco
Essa parte tem muito a ver com a primeira, ou seja, o hábito do carioca de puxar assunto. Na primeira semana aconteceu um fato muito interessante, mas ainda não havia escrito por falta de oportunidade. Decidi ir até a Cobal, aqui perto de casa, comprar umas coisinhas (verduras, frutas, legumes). Aí, dentre todos os lugares que entrei, por último fui a um pequeno supermercado dentro da Cobal, não lembro mais o nome. Um lugar daqueles como um verdurão ampliado, onde se pode comprar macarrão, molho de tomate, sal, enfim, uma pequena mercearia dentro do verdurão. Dentre as coisas que levei para o caixa tinha um pacote de polvilho doce. A mocinha do caixa olhou para mim e disse que não tinha esse produto catalogado, então que ela passaria como pipoca, pois o cliente sempre tem razão e se eu queria levar o "pozinho", como ela mesma disse, então ela passaria como outro produto. Aí ela lançou a pergunta pitoresca: "Mas para que a senhora está levando esse "pozinho", isso serve para alguma coisa"? Eu fiz uma cara de ããããã (ela não deve ter nenhum mineiro na família). Eu então respondi: "sim, usamos esse "pozinho" para para fazer pão de queijo e também tapioca". Aí veio a resposta ainda mais pitoresca: "ah, entendi, mas ó só, tapioca desse "pozinho" não presta não, fica seca e dura (.....) Eu vou dar o número do ônibus, a senhora pega aí na Voluntários (nome da rua) o 176 e diz que quer descer na favela da rocinha, mas diz que é no "Boiadeiro", pois lá é mais seguro, já que a senhora tem essa cara de rica. Lá tem tapioca que presta. Ah, tem também várias coisas do norte se a senhora quiser aproveitar e comprar também, tá. Ó só, mas vai tranquila, tem perigo não..... "
Gente, eu queria ter visto a minha cara, mas não deu, eu nem consegui reagir, nem para dizer, "olha, mas eu faço assim há anos e fica bom". Nem isso eu consegui dizer, enfim, achei esse episódio digno de colocar no blog. Espero que tenham gostado. Aceito sugestões de respostas para usar nesses casos, tá, eu não sou muito boa nisso.
Queridos, fico por aqui no ponto de ônibus esperando o 176 (brincadeirinha) e nos falamos na próxima parada. Grande abraço e fiquem com Deus.

sábado, 26 de março de 2011

O mestrado, o percurso e uma grande descoberta!

Voltei!
agora é hora de informá-los sobre o mestrado "em si". Passei pelas 2 primeiras semanas já com muitos compromissos, atividades, textos para ler e até uma apresentação informal.
O pessoal do mestrado tem uma idade média de 23 anos, talvez 23,5 anos. Então imaginem que sou das mais velhas, certo? Certíssimo. Há alguns colegas mais velhos, mas são poucos. Estou gostando muito da turma. Há um grupo de 5 meninas, comigo são 6, que já mostrou muita afinidade. Todas inteligentíssimas e super estudiosas, a minha cara (hahaha). É o grupo "As meninas incríveis", obviamente que o nome foi pensado por mim, usando meu lado cartoon.
O que se destacou nessas 2 semanas foi o transporte. Imaginem essa pessoa que vos escreve acordando 6hs da matina para chegar na hora na universidade, pois é gente, milagres acontecem, eu fiz isso nessas 2 semanas. É duro, muito duro. O destaque não foi somente acordar cedo, imaginem-me novamente pegando ônibus- metrô- ônibus para ir e na volta ônibus- metrô- ônibus (consegui algumas caronas), imaginaram fazer isso em um tempo médio de 1h40 minutos, ou seja, quase 4 horas do meu dia "saculejando" no ônibus e metrô, sim minha gente, eu passei por isso. Em alguns momentos me senti um saco de batatas sendo descarregado pelos "xapa" no supermercado. Fora as vezes que eu peguei o ônibus errado e fui parar do outro lado da cidade, justamente no dia que tinha aula com minha orientadora, por que afinal de contas, miséria pouca é bobagem! Mas calma, tudo muito seguro gente.
Aí, um lindo dia eu acordei, tomei coragem e decidi ir de carro para ver quanto tempo demoraria. Aproveitei um dia que a aula começava mais tarde e eu teria tempo para me perder e me achar várias vezes. Então liguei meu GPS e peguei algumas instruções com o porteiro, liguei o carro (que quase não pegou, já estava há 2 semanas paradinho), saí do prédio e caí no trânsito louco do RJ. Eita povo que gosta de uma buzina, meu Deus, eles buzinam para o vento. Eu acostumadíssima com o silêncio no trânsito de Brasília tive que me ambientar com o novo contexto sonoro.
Voltando ao que interessa, saí do prédio, peguei a Rua. São Clemente, saí na Humaitá, peguei o túnel Rebouças e já estava na linha vermelha. Vocês não vão acreditar, tudo paaaaarrrrrrraaaaaaaddddddoooooo, mas não no sentido que eu ia, no outro sentido. Do meu lado tudo absolutamente livre. Pasmem, gastei exatos 22 minutos para chegar na UFRJ, isso por que lá tem várias entradas e peguei a entrada errada, ainda tive que dar a volta. Gente, gente, gente, queria morrer. Estava gastando quase 2 horas para chegar na universidade de ônibus-metrô-ônibus e cheguei em apenas 20 minutos de carro, bom demais (essa foi a grande descoberta!). Vou adotar essa alternativa mais vezes.
Na hora da volta eu fiquei mais preocupada, mas encontrei uma pessoa que mora em Botafogo também para dar uma carona e, de lambuja, a pessoa me ensinou todo o caminho de volta, bom demais, foi show, fiquei super emocionada por conseguir dirigir nessa cidade e ainda ganhar umas horas do meu dia evitando um trajeto tão demorado.
É isso minha gente, estaciono por aqui até as próximas notícias. Grande abraço a todos e informo-os que tive menos tempo de sentir saudades nas 2 últimas semanas, o que não quer dizer que deixei de gostar de vocês, somente que estou mais atarefada e por isso, com a cabeça menos vazia para pensar nisso.
Fiquem com Deus. Bejú.

terça-feira, 15 de março de 2011

A viagem, a chegada e o carnaval!

Queridos,
A viagem foi muito tranquila, tivemos que fazer em 2 dias, pois era carnaval e tinha muita gente querendo chegar no mesmo lugar que nós. Dormimos em Congonhas - MG e de manhã voltamos para a estrada e foi a parte mais tensa da viagem, pois havia uma chuva persistente na descida da serra de Petrópolis. Chegamos no domingo (06/03) por volta de 14hs, após nos perdermos e irmos parar quase no meio dos carros alegóricos das escolas de samba. Como o RJ não é Brasília e voltar e fazer o retorno não garante que esteja indo para onde pensa que está indo, não deu outra, fomos parar na linha amarela, já indo para a barra da Tijuca, ou seja, ficamos perdidos de verdade. Após pedirmos informações 1, 2 ou 3 vezes, enfim chegamos. Aí foi hora de descansar.
Na segunda-feira de carnaval (07/03) decidimos dar um volta aqui por perto, para conhecer algumas coisas e talvez ver algum bloco. Fomos a um lugar chamado COBAL Humaitá, um tipo de feira permanente onde compra-se de tudo, inclusive flores. Lá há muitos bares e restaurantes, acabei voltando depois para comprar frutas e verduras. Mas voltando ao carnaval, havia muita gente lá e foi divertido (pouco caridoso isso) ver as pessoas fantasiadas, a maioria em grupos "pulando" carnaval. Esperamos, esperamos, esperamos e o tal do bloco prometido não passou e decidimos voltar para casa. Dentre as várias ruas para entrar eu decidi (coitado do Aureliano) entrar na rua "X" (legenda: não sei o nome da rua). E eis que caímos dentro do bloco do Sargento Pimenta. Geeeeente, vocês não têm idéia do que era aquilo, era gente, gente, gente, muuuuuuuuuuita gente. Pensei que o Aureliano ia desmaiar, pois ele tem fobia a multidão, mas ele aguentou firme. Depois descobri que é um dos maiores blocos do RJ, santa ignorância, hein. Enfim, chegamos em casa e foi tudo o que conseguimos fazer. Fomos dormir cedo, pois o bloco levou muito da nossa energia, hehehe, para não dizer que é a idade, né?
Na terça-feira de carnaval (08/03) saímos para dar uma volta na cidade e fomos de metrô até Copacabana, ali na altura do Copacaba Palace e, depois de darmos uma volta, decidimos pegar um ônibus até o Rio Sul para almoçarmos, pois quando estão juntas 1 pessoa que não come glúten + 1 pessoa vegetariana, o que dá no resultados dessa equação? isso é = dificuldade para achar comida, mas shopping sempre tem uma solução. Achamos! Depois demos mais uma volta e voltamos para casa, pois Aureliano tinha que arrumar as coisas para voltar à noite para Brasília.
Meu companheiro de viagem voltou, o carnaval acabou e com ele esse post também. Voltarei daqui a pouco com mais notícias sobre a primeira semana.
Aproveito para agradecer ao Aureliano todo o apoio e a grande gentileza de embarcar comigo nessa aventura até o RJ. Algumas pessoas e atitudes nos fazem entender o verdadeiro sentido da generosidade. Sem palavras para traduzir minha gratidão a você Aureliano!
Beijos saudosos a todos!
Fran.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Um pouco da história

Queridos,
estarei mudando para o Rio de Janeiro em 05/03/2011 para fazer meu tão desejado mestrado. Será em Saúde Coletiva na UFRJ.
Claro que estou super ansiosa para chegar logo o dia e, ao mesmo tempo, nervosa, pois ainda não consegui um lugar para morar.
Mas como tudo na vida tem solução, consegui um lugar para ficar até alugar ap/conjungado/ quarto/ vaga ou qualquer coisa que o valha. Agradeço a hospitalidade e generosidade de meus anfitriões.
É isso, estou arrumando a mudança e pegarei a estrada junto com meu co-piloto, grande amigo e assistente para assuntos aleatórios Aureliano.
Obrigada a todos que me incentivaram nessa mudança. Sei que a família e os amigos sentirão saudades, eu também sentirei, mas 2 anos passam voando. Breve estarei de volta.
Postarei notícias sempre! Acompanhem.
Abraço fraterno. :)